terça-feira, 29 de outubro de 2013

JOAQUIM BARBOSA CONTRADIZ O STATS QUO NO BRASIL

| Por Simon Romero- The New York Times News Service/Syndicate Presidente do STF contradiz o status quo no Brasil BRASÍLIA, Brasil – O Supremo Tribunal Federal (STF) há muito tempo se vê como um bastião dos bons modos e da formalidade. Os juízes se chamam de "vossa excelência", vestem mantos ondulantes e envolvem cada declaração com grandiloquência, como se pouca coisa tivesse mudado desde a época em que marqueses e duques dominavam vastas plantações. Presidente do STF contradiz o status quo no Brasil


 
 
BRASÍLIA, Brasil – O Supremo Tribunal Federal (STF) há muito tempo se vê como um bastião dos bons modos e da formalidade. Os juízes se chamam de 'vossa excelência', vestem mantos ondulantes e envolvem cada declaração com grandiloquência, como se pouca coisa tivesse mudado desde a época em que marqueses e duques dominavam vastas plantações. Contudo, quando o presidente do STF, Joaquim Barbosa, 58 anos, entra a passos largos na corte, as dez outras excelências se preparam para o que pode acontecer. Em uma briga televisionada, Barbosa questionou a outro juiz se este estaria no STF não fosse a indicação do primo, ex-presidente que sofreu impeachment em 1992. Outro juiz foi censurado por Barbosa pelo que este considerou como tom condescendente, dizendo que não era seu 'capanga'. Em um de seus momentos mais mordazes, Barbosa, o primeiro e único negro do STF, atacou o sistema jurídico brasileiro como um todo – país onde ainda é extraordinariamente raro que políticos passem um tempo presos, mesmo após serem condenados pelos crimes – alegando que a mentalidade dos juízes era 'conservadora, defensora do status quo e a favor da impunidade'. 'Tenho um temperamento que não se adapta bem à política', disse Barbosa em uma entrevista recente em seus aposentos aqui no STF, um marco modernista de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer. 'É porque costumo falar o que penso.' Apesar de sua reconhecida falta de tato, ele é a força impulsora por trás de uma série de sentenças sociais liberais que agitaram o sistema, transformando a suprema corte brasileira – e ele em particular – em um novo poder político, sujeito à fascinação popular. ** EDS: BLUE CAST IS DUE TO COLOR OF SKYLIGHTS IN THE AIRPORT.** Joaquim Barbosa, left, chief justice of Brazil Mauricio Lima/The New York Times Entre as decisões recentes do STF estão o reconhecimento unânime de manter a política de admissão da Universidade de Brasília, destinada a aumentar o número de estudantes negros e indígenas, abrindo caminho para uma das leis de ação afirmativa mais abrangentes do Hemisfério Ocidental em favor da educação superior. Em outra atitude, Barbosa usou a influência como presidente do STF e do grupo responsável por supervisionar o judiciário para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país. E em uma cruzada contra a corrupção, ele supervisiona o julgamento marcante de figuras políticas importantes do Partido dos Trabalhadores, no governo, por seus papéis em um amplo esquema de compra de votos. Chegar ao STF e levar a instituição a afirmar sua independência, parecia um objetivo distante demais para Barbosa, mais velho de oito filhos e criado em Paracatu, cidade pobre do Estado de Minas Gerais, onde o pai trabalhou como pedreiro. Porém, sua notoriedade – não apenas no tribunal como também nas ruas – está tão bem estabelecida que máscaras com seu rosto foram vendidas no Carnaval, músicos amadores compuseram canções a respeito de sua condução do julgamento de corrupção e publicaram no YouTube, e manifestantes durante os gigantescos protestos de rua que abalaram a nação neste ano declararam a pesquisas de intenção de voto que Barbosa figurava entre suas principais preferências para as eleições presidenciais do ano que vem. Embora os protestos tenham continuado desde o auge em junho, persiste o tumulto político desencadeado por eles. Se antes se considerava que a disputa presidencial seria ganha de lavada pela atual presidente, Dilma Rousseff, agora ele se mostra indefinida, com Barbosa – que chama tanto a atenção do público que os colunistas sociais estão acompanhando seu romance com uma mulher de 20 e poucos anos – afirmando repetidas vezes que não concorrerá. 'Não sou candidato a nada', ele afirma.





** EDS: BLUE CAST IS DUE TO COLOR OF SKYLIGHTS IN THE AIRPORT.**


 Joaquim Barbosa, right, chief justice of Brazil Mauricio Lima The New York Times Porém, o mesmo resplendor público que o transformou em celebridade também o queimou. Embora tenha ganhado ampla admiração pela condução da suprema corte, Barbosa, como qualquer outra figura política de destaque no Brasil, enfrenta análises minuciosas. Para alguém acostumado a criticar os chamados supersalários recebidos por membros do sistema jurídico, as revelações o colocaram na defensiva. Uma reportagem no noticiário brasileiro descreveu como ele recebeu cerca de US$ 180 mil em pagamentos por licenças-prêmio durante seus 19 anos como promotor público. (Tais pagamentos são comuns em algumas áreas da grande burocracia pública brasileira). Outra reportagem comentou que ele comprou um apartamento em Miami por meio de uma empresa de responsabilidade limitada, sugerindo uma tentativa de pagar menos impostos sobre a propriedade. Em declarações, Barbosa afirma não ter feito nada de errado. Em um país onde a maioria das pessoas agora se define como negras ou mulatas, mas onde os negros continuam sendo extraordinariamente raros nos altos escalões das instituições políticas e corporações, a trajetória de Barbosa e seus modos abruptos geraram tanto ampla admiração quanto uma boa dose de resistência. Quando adolescente, Barbosa se mudou para a capital, Brasília, indo trabalhar como faxineiro em um tribunal. Contra todas as chances, ele entrou na Universidade de Brasília, o único estudante negro no curso de direito de então. Mais tarde, ele conseguiu ser aprovado para o serviço diplomático brasileiro, que imediatamente o levou a Helsinque, a capital finlandesa às margens do Mar Báltico. Sentindo que não avançaria muito no serviço diplomático, que ele qualificou de 'uma das instituições mais discriminatórias do Brasil', Barbosa optou pela carreira como promotor público. Ele se alternava entre investigações jurídicas no Brasil e estudos no exterior, ganhando fluência em inglês, francês e alemão, além do doutorado em direito pela Universidade de Sorbonne, Paris. Fascinado pelos sistemas legais de outros países, Barbosa escreveu um livro sobre a ação afirmativa nos Estados Unidos. Ele ainda expressa admiração por figuras como Thurgood Marshall, o primeiro negro da Suprema Corte dos EUA, e William J. Brennan Jr., que durante anos representou a visão liberal da Suprema Corte, claramente servindo de inspiração enquanto levava o STF a decisões sociais liberais. Mesmo assim, nenhuma decisão levou Barbosa a crescer tanto na imaginação pública brasileira quanto a condução do julgamento de políticos, legisladores e banqueiros considerados culpados em um escândalo de corrupção labiríntico chamado mensalão, em função dos pagamentos dados a políticos em troca de votos. Em novembro, a pedido de Barbosa, o STF sentenciou algumas das figuras mais poderosas do Partido dos Trabalhadores a anos de prisão pelos crimes no esquema, incluindo suborno, formação de quadrilha, sacudindo um sistema político no qual a impunidade dos políticos tem sido a norma. Agora o julgamento do mensalão está entrando no que pode ser sua fase final e Barbosa por vezes se mostrou exasperado com réus já considerados culpados e sentenciados, mas que conseguiram evitar ser presos. Ele entrou em conflito com outros juízes durante o exame de um procedimento jurídico raro no qual apelações sobre votações encerradas na STF são examinadas. Ao perder a paciência com um juiz de renome, Ricardo Lewandowski, que tentou absolver alguns réus de determinados crimes, Barbosa o acusou publicamente, em agosto, de fazer 'chicanas' ao recorrer ao juridiquês para sustentar certas posições. Seguiram-se protestos entre quem não suportou ver Barbosa falar daquela forma com um colega juiz. 'Quem o ministro Joaquim Barbosa pensa que é?', perguntou Ricardo Noblat, colunista do jornal 'O Globo', questionando se Barbosa estava qualificado para presidir o STF. 'Que poderes ele julga ter só porque está sentando na cadeira do presidente do Supremo Tribunal Federal?' Barbosa não se desculpou. Na entrevista, ele afirmou que um pouco de tensão era necessária para o tribunal funcionar adequadamente. 'Sempre foi assim', ele disse, afirmando que discussões agora eram mais fáceis de ver porque os julgamentos são televisionados. Ligando o trabalho do STF à recente onda de protestos, ele explicou que discordava veementemente da violência de alguns manifestantes, mas também disse acreditar que os movimentos das ruas eram um 'sinal de exuberância da democracia'. 'As pessoas não querem assistir passivamente e observar esses arranjos da elite, que sempre foram a tradição brasileira.' The New York Times News Service/Syndicate – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito do The New York Times._NYT_

domingo, 27 de outubro de 2013

POR QUE O FACEBOOK DEIXAM AS PESSOAS MAIS TRISTES:?



No mundo atual, com grande parte das pessoas conectadas ao mundo virtual, as redes sociais ditam a forma de viver e de se expressar na internet. Porém, o que muitos não tinham certeza, porém já devem ter percebido, é que o Facebook, em particular, deixa as pessoas mais tristes.

A lógica é simples: A maioria dos usuários tem o hábito de acessar a sua página quase que diariamente e, ao abrir, mesmo não estando em um dia considerado bom, se deparam com milhares de fotos de amigos e conhecidos comemorando alguma ocasião, se exibindo na frente do espelho com roupas novas e bonitas, um corpo sarado, muitas festas, bebidas, enfim, só alegria.





Estas postagens, ao invés de servir como um incentivador, acabam deixando algumas pessoas mais tristes e desoladas, pois percebem que não pertencem a este mundo e que, claro, gostaram de também estar.

Assim, Pesquisadores da Universidade de Utah Valley, dos Estados Unidos, constataram que usuários regulares do Facebook costumam ser um pouco mais tristes que os não usuários.  O motivo de tudo isso não poderia ser outro: a velha inveja. Isso mesmo, as pessoas sentem inveja dos momentos felizes expressos na rede social. Muitas pessoas não gostam de ver a felicidade alheia. Se na vida real já é assim, no Facebook não poderia ser diferente!

O estudo intitulado “Eles são mais felizes e têm uma vida melhor que a minha: O impacto do uso do Facebook na percepção da vida dos outros”, foi feito com 400 alunos. Através dos resultados ficou constatado que a maioria dos usuários era propensa a pensar que as outras pessoas eram mais felizes que eles e que ainda os que acessam o Facebook com maior frequência tinham mais chances de acreditar que a vida era mesmo injusta.

Bom, claro que uma pesquisa não determina 100% a realidade, mas cá entre nós, quem de nós nunca ficou com uma invejinha (boa) de alguma fotinho alegre de um amigo? Atire a primeira pedra!
Postar fotos felizes é fácil, vamos ver quem tem coragem de publicar fotos da fatura do cartão de crédito, da conta bancária negativa ou daquele boleto com data vencida!!!

COMO AS TELEFÔNICAS QUEREM APRISIONAR A INTERNET







Às vésperas da votação do Marco Civil, cresce pressão para quebrar neutralidade da rede. Implicaria discriminar conteúdos segundo capacidade financeira de quem os produz

Por Jonas Valente, em Carta Capital


O projeto de lei (PL), que prevê a criação do Marco Civil da Internet (2.126/2011), foi apresentado pelo governo federal como umas das principais respostas às denúncias de que o governo dos Estados Unidos teria montado um esquema de espionagem que incluiria a interceptação de dados em diversos países, inclusive no Brasil.

No entanto, a disputa em torno do PL do Marco Civil vai além das questões de espionagem. O lobby das empresas de telecomunicações – que são, inclusive, acusadas de participar do esquema de monitoramento do governo americano – pretende acabar com o modelo de Internet historicamente constituído e consolidado, sobretudo, nos acessos fixos.

Internet livre, neste caso, significa que os usuários têm direito a contratar o serviço, podendo navegar à vontade na velocidade que escolheram, sem nenhum tipo de interferência ou limitador. Essa garantia ficou conhecida como “neutralidade de rede”. Ou seja, a rede não deve dar tratamento diferenciado a ninguém.

Fazendo um paralelo com uma estrada, a operadora estaria proibida de cobrar pedágio de uns e não de outros. Pois é exatamente o que propõem as empresas de telecomunicações. Elas querem ter total controle sobre o tipo de conteúdo que trafega na Internet. Isso atenta contra uma característica fundamental da rede, coloca o poder de escolha do acesso nas mãos das operadoras e traz dois tipos de prejuízos.

O primeiro é mais direto para o usuário. Seriam criadas “classes” de clientes conforme um volume de dados, não pela velocidade. Quem usar mais (para baixar músicas, vídeos) paga mais. Os pacotes mais baratos (e mais acessíveis à grande maioria dos internautas) teriam poucos aplicativos, e-mails e acesso a sites, entre outras coisas. Seria como fazer da Internet uma TV a Cabo, você conseguiria acessar o que o seu poder aquisitivo permitir.

Além disso, a criação de “franquias de dados” poderia fazer com que as empresas de infraestrutura segurassem investimentos. Quando a rede estiver saturada, a velocidade cai. Esse modelo freia o desenvolvimento do país. Em um cenário no qual a empresa tem que assegurar o tráfego em uma velocidade contratada, sem limite de dados, ela precisa ampliar a rede para poder vender mais pacotes. Isso evita o risco de “apagões” e melhora a qualidade do serviço.

Essa mudança patrocinada pelas operadoras feriria o princípio de que o direito de escolha do que acessar é do usuário. Poderia, ainda, trazer aumento do preço dos pacotes com mais capacidade de uso. O Brasil iria na contramão do mundo, que caminha para assegurar um acesso na web cada vez maior e com mais velocidade.

O segundo prejuízo é para a democracia. As operadoras poderiam discriminar os sites, facilitando a visualização de uns em detrimento de outros. Com isso, os grandes conglomerados de mídia, que tivessem dinheiro para fazer acordos com as empresas de telecomunicação, teriam acesso “facilitado”. Por exemplo: a pessoa preferiria acessar o portal Terra, e não um blog, porque o primeiro demoraria menos tempo para baixar. Ou optaria pelo Gmail, e não por um provedor local, porque o primeiro seria mais rápido.

As empresas de telecomunicação pressionam agora o governo e os parlamentares para incluir a franquia de dados no artigo 9º do substitutivo do deputado Alessandro Molon (PT-RJ), relator da matéria. Querem colocar uma garantia de mercado em algo que deveria ser a carta de princípios da Internet no país. Com o modelo de negócios, ameaçam a Internet em um de seus pilares mais fundamentais. E avançam sobre o controle da rede, o que, como as denúncias de Edward Snowden já mostraram, abre espaço para a invasão da privacidade dos usuários.

Enquanto isso, a campanha ‘Banda Larga é um Direito Seu’ cobra do governo, do relator e de deputados a necessidade de assegurar a neutralidade de rede no texto que vai à votação. Uma luta difícil e que precisa do apoio de quem quer continuar a acessar a Rede Mundial de Computadores sem ter que pagar pedágios (visíveis ou não).

Quer saber como começar? Divulgue que a nossa Internet está em risco. E cobre do seu parlamentar o apoio ao Marco Civil com a neutralidade de rede.


* Jonas Valente é membro do Conselho Diretor do Intervozes e mestre em Comunicação Social.

Postado por Marcus Taboza

APRENDA A MELHORAR O SINAL DO SEU ROTEADOR WI-FI



Chega de sofrer com um Wi-Fi lento e sem sinal. Confira algumas dicas para melhorar o sinal wireless (Wi-Fi) do roteador de sua casa.

Hoje em dia, uma boa parte da população já prefere o uso dos notebooks ao uso do computador de mesa (desktop). A preferência pelo notebook, se deve à sua praticidade e comodidade. Como a maioria das pessoas preferem o uso dos notebooks, fica difícil, então, encontrar uma casa que não possua acesso a alguma rede Wi-Fi, não é mesmo? Outro fator que ajuda a incrementar a sua casa com uma rede sem fio, são os smartphones e tablets. Quem utiliza algum destes aparelhos, sabe que não da pra ficar usando as redes 3G o tempo todo, na primeira chance de trocar para uma rede Wi-Fi, é sempre uma boa idéia.

O problema é que algumas vezes estas conexões, sem fio, podem apresentar problemas por vários motivos. Seja por interferência de outros equipamentos, pelo sinal fraco, pelo mau posicionamento e até mesmo pela baixa qualidade do aparelho roteador.


Roteador D-Link

Como as redes sem fio trouxeram uma grande “agilidade” às nossas vidas, e que o sinal fraco é uma das principais reclamações dos usuários. Nós preparamos algumas dicas para melhorar o sinal do seu roteador. Veja:
Mantenha o seu equipamento atualizado

As tecnologias evoluem com uma grande velocidade, não tem como parar ou negar isso. Portanto é essencial sempre manter o seu roteador atualizado. Existem 5 tipos de protocolos “IEEE 802.11” para redes sem fio. São eles: A, B, G, N e AC. O padrão AC é o mais potente deles atualmente. Só para se ter uma pequena noção do que o padrão AC é capaz, enquanto os tipos A, B, G e N transferem informações em no máximo 600 Mbs, o padrão AC atinge a capacidade de transferencia de 1.3 Gbs. Ele é tem esta capacidade, pois opera em uma faixa de 5 Ghz, que é exclusiva.

Se for comprar um roteador, verifique se sua placa de rede tem compatibilidade com o padrão AC e procure comprar um roteador que também tenha suporte a este protocolo. São poucos roteadores atualmente que operam com este padrão.
Procure o melhor lugar para posicionar o roteador

Mesmo que o seu roteador não combine com a decoração da sua sala, não é recomendado que ele fique escondido atrás de algum móvel. É de uma grande importância que o roteador fique posicionado em local alto e completamente livre de obstáculos. Mas se pensar bem, o roteador é um transmissor de sinais, ele precisa de espaço onde não tenha objetos para atrapalhar a emissão deste sinais.

O ideal seria você deixar o equipamento, num local mais no centro de sua casa. Assim você garante a melhor cobertura de sinal dentro de sua casa, até mesmo em cantos mais distantes. Outra dica, é manter o aparelho em um lugar alto, como por exemplo, no alto de uma prateleira, ou até mesmo preso na parede.

Algo, muito errado, que as pessoas fazem ao perceber que o sinal está fraco é apontar a antena do roteador para o local onde elas estão. Isso é completamente errado, para garantir a qualidade do sinal a receber, é sempre bom deixar a antena do aparelho sempre apontadas para cima.

Leia também: Diferentes tipos de redes Wireless
Mantenha os roteadores longe de interferências

Um dos motivos pela constante queda na internet sem que esteja sem sinal, é a interferência de outros equipamento eletrônicos. Além de outros roteador próximos, existem outros equipamentos que também podem causar interferência em sua rede. Os principais equipamentos que causam interferência são os fornos microondas e os telefones sem fio.

Para evitar este problema, se você ainda for comprar um roteador, é bom que compre roteadores com frequências diferentes. Caso não seja possível, você pode simplesmente manter o seu roteador longe dos outros equipamentos que causam este grande incômodo, isto pode resolver grande parte dos seus problemas.
Troque sua senha e se livre dos ladrões de internet

Mesmo que você tenha uma senha configurada em seu roteador, e que você ache que ela é super difícil, pode ser que seu vizinho tenha conseguido descobrir ela e esteja roubando o seu sinal, tornando assim sua internet lenta. A melhor maneira de evitar que esse tipo de coisa aconteça é bom escolher um padrão de segurança mais avançado possível, como o WPA2.

A senha de acesso a sua rede, deve ser bem segura. Tente formar uma senha grande, misturar letras e números. Assim como todas as senhas, é recomendado que você as troque frequentemente. Outro método, é não deixar, por exemplo, “Wi-Fi Oficina da Net” como nome de seu sinal Wi-Fi, isso é para que não tentem adivinhar sua senha. Tome estas dicas somente como uma medida de segurança para evitar que outras pessoas roubem o sinal de sua internet.

Mas se você vir que estas medidas não estão evitando que “invandam” sua rede, é possível que você limite o número de conexões do seu roteador pelo endereço MAC da placa de rede. Funciona deste modo: o acesso ao equipamento fica completamente bloqueado para quem não tenha o código MAC liberado no roteador, no caso o endereço MAC do seu notebook, smartphone e tablet estarão cadastrados.
Use repetidores de sinal

Os repetidores de sinal, são aparelhos autônomos que reenviam o sinal wireless do roteador principal. Os repetidores funcionam como se você tivesse vários roteadores, mas eles pegam o sinal do roteador principal e o repetem. Assim, você pode levar o sinal a “pontos-cegos” da sua casa ou levar o sinal para um lugar distante.
Repetidor de Sinal
Repetidor de Sinal

PARA ESPECIALISTA, JUSTIÇA ERROU AO LIBERAR O "GATO" DE INTERNET




Postado por Marcus Tabosa

Na semana passada o Tribunal Regional Federal decidiu que compartilhar internet não é crime. Mas é, segundo especialista consultado pelo Olhar Digital. Na visão de Dane Avanzi, a sentença do juiz Carlos D'Avila Teixeira, magistrado que deu o veredicto, "foi muito infeliz".





Dane é diretor superintendente do Instituto Avanzi, uma ONG que defende os direitos de consumidores de telecomunicações. Ele acredita que faltou assessoria técnica ao magistrado e disse que a ação movida pelo Ministério Público Federal que gerou essa polêmica nem deveria ter existido. "É descabida, como chover no molhado", comentou, "o Brasil perde muito tempo discutindo o óbvio."

Essa visão se baseia na condução do tema. O TRF não teria declarado que compartilhar internet é legal se o MPF não o tivesse questionado. O órgão abriu a ação justificando que o prestador oferece dois tipos de serviço: um de telecomunicações e outro de valor adicionado, sendo que a internet é parte do primeiro como comunicação multimídia e, para o TRF, o compartilhamento da rede é parte do segundo.
Por que é ilegal

A Lei Geral de Telecomunicações (nº 9.472/97), que rege a atividade do setor há 16 anos, institui que a empresa prestadora deve conseguir uma outorga - a concessão - junto ao governo. Então fica com o direito de oferecer serviços de comunicações, dentre os quais está o multimídia, em que consta a internet.
O prestador precisa cumprir várias obrigações, como prover atendimento, estrutura técnica, padrões de equipamentos, equipe de engenharia, entre outros, para poder ter clientes. Só que quem contrata isso tudo também tem o que cumprir, e no contrato é especificado que você só pode utilizar o serviço no endereço contratado.

"É uma situação muito parecida com a da TV a cabo e da energia elétrica, você não pode fazer gato porque é crime de furto", explica o especialista.


Interpretação

"Bastou a simples instalação de uma antena e de um roteador wireless para que fosse possível a efetiva transmissão de sinal de internet por meio de radiofreqüência. Portanto, a conduta do réu resume-se à mera ampliação do serviço de internet banda larga regularmente contratado, o que não configura ilícito penal", justificou juiz D'Avila Teixeira, em sua decisão.

Segundo ele, o crime ocorreria em caso de "transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios óptico ou qualquer outro processo eletromagnético de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza".

Entretanto, como alega Dane, o crime recai sobre a conduta, e não sobre o método utilizado. A internet não deveria ultrapassar os limites do endereço contratado e nenhum método de transferência de sinal pode mudar isso.

Consequências

Uma pesquisa divulgada nesta semana revelou que há pouco mais de 7 milhões de brasileiros usando internet do vizinho, algo que tende a aumentar com a descriminalização do compartilhamento de sinal. O país também pode gerar um mercado alternativo legalizado com potencial de desestruturar todo o setor de comunicações multimídia.

"O cidadão desonesto pode montar um condomínio clandestino e, quando a Anatel bater na sua porta para reclamar, ele diz que está no seu direito", adverte Dane.

"Você está lesando a empresa que pagou outorga, pagou impostos, tem equipe etc., e está lesando o erário, porque o governo ganha em cima de cada assinatura. Do jeito que está, se você contratar o serviço e todos os seus vizinhos pegarem o sinal, ao invés de vender 10 assinaturas, a operadora vai vender uma só e a qualidade do serviço vai cair, os consumidores não terão como reclamar e o sinal vai ficar congestionado."

Por ora, a prática não configura crime, mas a discussão pode subir mais degraus e chegar até o Supremo Tribunal Federal, que terá poder definitivo para decidir entre liberar o "gato" de internet sem fio ou cortá-lo, como vinha sendo feito.

INFORMAÇÃO PELA INTERNET DERRUBA AUCIÊNCIA DE TELEJORNAIS

postado por Marcus Tabosa


O Brasil figura em terceiro lugar no ranking de número de usuários ativos na internet – o acesso chegou a 83,4 milhões de pessoas no segundo trimestre deste ano, 7% a mais do que no mesmo período de 2011. Mas quando o quesito é o tempo que gastam navegando na rede os internautas brasileiros são os campeões. 
De acordo com o Net Insight, estudo do IBOPE Media, por mês, o internauta brasileiro chega a ficar mais de 43 horas e 57 minutos, em média, conectado. Na sequência, vêm os franceses (39 horas e 23 minutos) e os alemães (37 horas e 23 minutos). 

A internet é hoje a principal fonte de informação para milhões de brasileiros, o que tem aniquilado a audiência da TV. 

Segundo recente pesquisa do Ibope, divulgada pela coluna Ooops!, de Ricardo Feltrin, praticamente todos os telejornais brasileiros tiveram uma grande queda na audiência neste ano, em comparação a 2012. 
O líder Jornal Nacional, da Globo, chegou a perder 12% de ibope este ano, até 31 de agosto. O mesmo aconteceu com os outros telejornais da emissora. 

Os desempenhos da Band e SBT seguiram a tendência, conforme o quadro abaixo. Mas o pior resultado ficou com o "RedeTV! News", que viu este ano quase metade de seu público desaparecer - 41%. 
O Jornal da Record foi o único que cresceu, mas registrou alta de apenas 2%.
 
O reflexo dessa evolução do mundo digital é a crise que acomete os grandes grupos de mídia. 
A RedeTV! administra sua pior crise, com uma série de demissões em consequências da má gestão realizada pelos sócios Amilcare Dallevo e Marcelo Carvalho nos últimos anos. O jornalista Kennedy Alencar pediu demissão da emissora, onde apresentava, desde 2008, o programa "É Notícia''.
 
A saúde financeira da Record, do bispo Edir Macedo, chefe da Igreja Universal do Reino de Deus, já era questionada pelo mercado no ano passado. O Grupo fechou o ano com uma quebra de R$ 200 milhões nos resultados. 

Quanto a Globo, a perda maior é na credibilidade. A emissora de Roberto Marinho foi um dos alvos das manifestações de junho, que chegaram a jogar até fezes nas sedes da TV. Entre as causas dos protestos, uma conta de R$ 713 milhões por sonegação ao Fisco federal, por mudanças suspeitas na formação societária das empresas do grupo.

Saiba mais no quadro:

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

PARABÉNS SILVIA ORTIZ DO INSTITUTO ROYAL

Silvia Ortiz, gerente do Instituto Royal, está de parabéns! Eis uma mulher que tem a coragem de enfrentar o obscurantismo amoroso da militância e a covardia de parte da imprensa

Sílvia Ortiz é gerente-geral do Instituto Royal, que foi covardemente invadido e depredado por brucutus disfarçados de humanistas amorosos. Sílvia gravou um vídeo, que está no YouTube, em que anuncia o óbvio: o instituto continuará a fazer as suas pesquisas, até porque obedece a protocolos e está submetido ao controle dos órgãos competentes.
Vejam o vídeo. Vale a pena. A doutora lembra o óbvio, mas o óbvio precisa ser lembrado: quem já tomou um remédio contra dor de cabeça, gripe ou pressão alta pode estar certo de que a droga foi testada antes em animais.
Cada vez mais, é preciso que fique claro: não estamos diante de uma matéria sobre a qual se possa pensar isso ou aquilo, a depender dos valores de cada um. Não! Assim como o Sol não gira em torno da Terra — dá-se o contrário —, é mentira que existam métodos para testar medicamentos tão seguros quanto a experimentação em animais. Mesmo assim, é certo, as pessoas podem estar convictas do contrário ou se opor ao mérito.
O que elas não podem é praticar crimes para impor sua vontade, suas convicções, suas crenças. Assistam ao vídeo.

 
Por Reinaldo Azevedo