terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

ONDE FOI PARAR ANGELA DAVIS, A PANTERA NEGRA MAIS FAMOSA DA HISTÓRIA

Gilles Lapouge





















Ela adotou o penteado dos rebelados no Quênia e fez do penteado afro um símbolo do orgulho negro

Foto: Melloul/ Corbis/ Latinstock


Angela Davis é uma mulher muito digna, e também muito bonita, uma mulher de 70 anos. É professora de filosofia na Universidade de Santa Cruz, que fica entre São Francisco e Monterey, na Califórnia. Está tranquila. Ensina a seus estudantes as teorias de Karl Marx, Herbert Marcuse, Mikhail Bakunin. Quando substituímos o penteado comportado de hoje pelo black power, que se parece com uma formidável auréola negra no meio da qual estava encaixado um rosto bastante puro, então lembramo-nos de seu nome. Essa professora já idosa de Santa Cruz chama-se Angela Davis. Há 40 anos, ela foi uma das pessoas mais célebres do mundo. Uma das mais detestadas. Uma das mais admiradas.







Deus ou Diabo


O mundo se dilacerava em torno de Angela. Em Paris, 100 mil pessoas desfilavam na rua gritando seu nome, atrás de Jean-Paul Sartre e do poeta Louis Aragon. Na Inglaterra, os Beatles e os Stones entusiasmavam as multidões cantando "a pantera negra". Na mesma época, nos Estados Unidos, o presidente Richard Nixon a amaldiçoava. Ronald Reagan, governador da Califórnia, tentou expulsá-la para sempre de qualquer universidade do estado. O chefe do FBI, Edgar J. Hoover, lançava suas tropas para caçá-la e jogá-la em uma prisão de isolamento absoluto. Essa era Angela Davis: um Diabo ou um Bom Deus. Hoje, quase meio século depois, ela não renegou nada. Está intacta.




Ela nasceu em 1944, em Birmingham, no Alabama. Não é um bom lugar para nascer quando se é negra. A América daquela época, pelo menos o sul, odiava os negros: rixas, linchamentos, Ku Klux Klan. Os pais de Angela faziam parte da pequena burguesia - o pai era professor de história na escola secundária, mas recebia tão pouco que pediu demissão para abrir um posto de gasolina; a mãe ensinava na escola primária. Eram comunistas. Moravam no bairro de Dynamite Hill. Por que esse nome? Os brancos não aceitavam que negros se instalassem próximos a eles. De tempos em tempos, as casas explodiam.




Aos 12 anos, Angela participa do boicote a um ônibus que praticava segregação. Dois anos mais tarde, graças a uma bolsa, ela vai para Nova York e continua seus estudos em um liceu de esquerda chamado Little Red School House. A moça é brilhante. Radicaliza-se. Entra na Universidade de San Diego, na Califórnia, e ali começa a militar contra a Guerra do Vietnã. Primeira prisão.




Mas é um pouco solitária. Mesmo nos movimentos negros não encontra seu lugar. Eram duas as tendências dominantes: uns sonhavam com revoltas negras hiperviolentas, como as de Watts ou as de Detroit. Do outro lado, Martin Luther King, personagem suave e brilhante, preferia "o integracionismo". Angela rejeita as duas posições. A única saída que ela vê é o marxismo, a luta política cujo horizonte apenas o socialismo ilumina. Mas a maioria de seus amigos negros rejeita o marxismo, tido como "doutrina de homem branco". Além do mais, ainda que Angela Davis seja marxista, ela não deseja aderir ao comunismo oficial.







Black Panther




Finalmente, ela adere ao Black Panther Party, organização revolucionária que rejeita tanto o integracionismo quanto o separatismo. Criado em 1966 por Bobby Seale e Huey P. Newton, dois estudantes de Oakland, era para ser pacífico. No início, se chamavam de "os pombos". Mas o pombo, delicado e arrulhador, não estava dando certo. Influenciados por outro líder negro ilustre, Malcolm X, eles endurecem. Para responder com violência à violência dos brancos, adotam o símbolo da pantera negra.







Caçada




Em 1970, um pantera negra perigoso, George Jackson, estava encarcerado na prisão Soledad, na Califórnia, onde formava, com dois outros detentos, os "Irmãos de Soledad". Eram acusados de matar um guarda penitenciário branco em retaliação à execução de outros três detentos negros. Em agosto daquele ano, na alegada luta para denunciar os maus-tratos a negros nos presídios americanos, o irmão de 17 anos de George, Jonathan, invadiu o tribunal de Marin County e tomou o juiz Harold Haley como refém. Há luta. Quatro são mortos, inclusive Jackson e Haley. A polícia examina a arma. O relatório acusa: o fuzil de cano cortado cuja bala atingiu a cabeça do juiz pertencia a Angela Davis.




Estupor. O diretor do FBI, Edgar Hoover, lança seus exércitos à procura de Angela e a inscreve na lista das dez pessoas mais procuradas nos Estados Unidos, a famosa Lost Wanted List. Ela foge. Por quê? "Teria sido morta", diz ela hoje. Hoover manda prender centenas de mulheres que se parecem com ela. Sua foto está em todo lugar com a seguinte legenda de western: Armada e perigosa. Ela se disfarça. A polícia revista as comunidades negras. No sul do país, milhares de casas mostram este cartaz: Angela, nossa irmã, você é bem-vinda nesta casa. Mas o FBI tem mãos de ferro. Angela é presa em outubro em Nova York.







Reclusão




No exterior, um enorme movimento se ergue em seu favor, com as pessoas nas ruas. O poeta surrealista Jacques Prévert publica um texto belo com um choro: Angela em sua prisão escuta sem poder ouvi-las, e talvez sorrindo, as canções de seus irmãos de fé, de riso e de dor, e os refrões engraçados das crianças do gueto. Aqueles que enclausuram os outros sentem o enclausurado. Aqueles que estão enclausurados sentem a liberdade. (...) É preciso libertar Angela - enquanto não chega o dia em que serão condenadas todas as portas atrás das quais a vida negra está enclausurada.




Em Londres, Mick Jagger e Keith Richards cantam: Tem um doce anjo negro /Tem uma pin-up,/ Tem um doce anjo negro,/ Pregado na minha parede/ Bem, ela não é nenhuma cantora, ela não é nenhuma estrela/ Mas com certeza ela fala bem, com certeza ela se move rápido/ Mas essa garota está em perigo, ela está acorrentada (...) Não existe ninguém para libertá-la?/ Libertem a doce escrava negra/ Libertem a doce escrava negra.




Em Londres, outro canto é retomado por milhares de vozes. Este foi escrito por Yoko Ono: Irmã, você ainda é a professora do povo,/ Irmã, sua palavra chega longe/ Irmã, existem um milhão de raças diferentes,/ Mas todos nós dividiremos o mesmo futuro no mundo./ Eles te deram a luz do sol,/ Te deram o mar/ Te deram tudo menos a chave desta prisão,/ Sim, te deram café,/ Te deram chá/ Eles te deram tudo menos a igualdade.







Black is beautiful




Enquanto as multidões do mundo gritam seu nome, Angela permanece presa, em isolamento absoluto, durante 16 meses. "Eles queriam me quebrar, ela diria mais tarde. Me enlouquecer. Eu escrevi, refleti. Aprendi ioga nos livros. Vivi momentos muito duros, de angústia, de claustrofobia. E momentos de graça. Eu não podia desabar." Em 5 de janeiro de 1971, ela é acusada de assassinato, sequestro e conspiração pelo caso Marin County. Em 1972, é absolvida e, mais livre que nunca, se torna uma celebridade mundial. Em toda parte, aparece a longa silhueta da combatente, seu rosto de porcelana, a imensa cabeleira afro. Black is beautiful.




Às vezes imaginamos que Angela inventou esse penteado. Nada disso. O penteado afro lhe foi dado pela história. Ele vem das colônias italianas do Quênia, quando os negros rebelados rejeitam o cabelo liso europeu e criam o estilo afro, que, mais tarde, dará a volta ao mundo como um símbolo de orgulho negro, com o pente afro acabando em black fist colocado nos cabelos.




A prisão, o terror, o isolamento não destruíram Angela. Ela martela sua pregação mantendo-se distante tanto dos comunistas, que ela acha "psicorrígidos", quanto dos que defendiam o nacionalismo negro, com combates, criação de uma nação afro-americana ou mesmo a volta para a África.







Mulher e negra


A voz de Angela é quase única também por associar em uma mesma profecia a luta pela dignidade dos negros e a emancipação feminina. "Havia um machismo maciço, ela se lembra, tanto entre os comunistas quanto no nacionalismo negro. As mulheres não eram consideradas capazes de carregar a causa, de serem líderes." Seria não conhecer bem Angela acreditar que ela iria se limitar, nas organizações negras, à tarefa de passar o pano no chão ou preparar a marmita dos senhores.




Então será que ela vai adotar o combate das feministas americanas da década de 70? Meu Deus! "Mas essas mulheres eram burguesas demais para mim. Elas eram brancas e lutavam pelo direito ao trabalho e ao aborto. Mas as negras já tinham uma profissão. Elas eram domésticas. Minha concepção do feminismo é a de uma emancipação que vai além das fronteiras estabelecidas. As questões de sexualidade, de raça, de classe e de gênero estão intimamente ligadas."




E ela oferece esta bela fórmula: "Meu objetivo sempre foi encontrar pontos entre as ideias e derrubar os muros. E os muros derrubados se transformam em pontes". Inimigo, o raivoso Louis Farrakhan, chefe da Nação do Islã que organizou a Marcha do 1 Milhão em 1995, acusou Angela de ser lésbica. Por isso não. Em 1997, na revista Out, ela declara: "Sim, sou lésbica".







Longo caminho




A América mudou muito desde o tempo em que a menina de 12 anos boicotava um ônibus porque os negros não tinham o direito de andar ao lado dos brancos nos transportes públicos. Ângela reconhece os progressos. Em sua juventude, raros eram os negros no ensino superior. Hoje, eles são milhões. Mas a estrada é longa ainda, ela repete. Diante da observação de que uma coisa inacreditável aconteceu, a eleição de um negro para a Presidência dos Estados Unidos, ela modera o entusiasmo. "Hoje, ninguém na Casa Branca parece se preocupar com o fato de que 1 milhão de negros estão nas prisões americanas."




É assim que fala a mulher de Santa Cruz, em uma universidade dessa Califórnia que Nixon e Reagan juraram lhe proibir para sempre. Ela ensina Kant e Hegel, Platão, Merleau-Ponty e Theodore Adorno, Herbert Marcuse. Ela não usa mais o cabelo afro. Às vezes ela tem dreadlocks, essas mechas misturadas que se formam sozinhas quando os cabelos crescem naturalmente ou quando são antes trançados. Ela está ali, tranquila, resoluta, intratável. Ela foi um momento trágico da história dos Estados Unidos. Ela permanece um momento da história do mundo.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

AS 10 IMAGENS MAIS INCRÍVEIS REGISTRADAS PELA NASA (Tudo por Email)


Fonte: Paulo M.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

BENEFÍCIOS DE TOMAR SUMO DE LIMÃO TODAS AS MANHÃS

SITE ASTROLOGIA CÁRMICA


Muitos benefícios dos limões são conhecidos há séculos. Os mais importantes são as propriedades anti bacterianas, anti virais e fortalecedoras do sistema imunitario, bem como a ajuda na perca de peso. Os limões contem substâncias cítricas, cálcio, magnésio, vitamina C, bioflavenóides, pectina e limoneno que promovem o sistema imunitário e combatem infecções.

Como Preparar: Deve ser feito com água purificada e morna, não a escaldar. Deve-se evitar água fria, porque necessita de mais energia para ser processada. Use sempre limões frescos, se possivel orgânicos e nunca sumo de limão engarrafado. Costumo juntar sumo de ½ limão em cada copo e tomo-o  com água logo de manhã antes de comer seja o que for ou de fazer exercício.
10 Beneficios de beber sumo de limão todas as manhãs


Ajuda a digestão.  O sumo de limão elimina matérias indesejáveis e toxinas. A sua composição atómica é semelhante à da saliva e à dos fluidos digestivos.  Encoraja o fígado a produzir bílis que é um ácido essencial à digestão. Os limões são também ricos em minerais e vitaminas que ajudam a soltar toxinas do tracto digestivo. As propriedades digestivas do sumo de limão aliviam sintomas de indigestão como azia, arrotos e flatulência.   A American Cancer Society recomenda sumo de limão mornopara estimular movimentos do intestino.  

  1. Purifica o organismo, é diurético.  O sumo de limão ajuda a eliminar  matérias indesejáveis e toxinas em parte porque aumenta a taxa de urina no corpo. Desta forma, as toxinas são libertadas mais rapidamente mantendo o tracto urinário saudável. O ácido cítrico dos limões ajuda a maximizar a função das enzimas,  estimulando o fígado e ajudando a desintoxicação.
  2. Fortalece o sistema imunitário.  Os limões são ricos em vitamina C que é óptima para afastar constipações. São ricos em potássio, que estimula o cérebro e o sistema nervoso, bem como regula a tensão arterial. O ácido ascórbico, presente nos limões, tem efeitos anti inflamatórios e é usado em casos de asma e outras condições respiratórias, uma vez que aumenta a absorção de ferro pelo organismo. O ferro tem um papel importante no sistema imunitário. Os limões contem também saponinas com propriedades anti microbianas que combatem constipações e gripes.
  3. Equilibra os níveis de PH. Os limões são uns dos alimentos com mais propriedades alcalinas.  Claro que são ácidos por si, mas no organismo são alcalinos. (o ácido cítrico não cria acidez quando metabolizado). Os limões contem ácidos cítrico e ascórbico, ambos facilmente metabolizados permitindo que os componentes minerais melhorem os níveis alcalinos do organismo. A doença ocorre apenas quando quando o PH está ácido. Beber limão com água regularmente ajuda a remover a acidez do corpo, incluindo o ácido úrico nas juntas, uma das principais causas de dores e inflamações.
  4. Limpa a pele. A vitamina C e outros anti-oxidantes diminuem as rugas e manchas e ajudam a combater os danos dos radicais livres. A vitamina C é vital para a luminosidade da pele ao mesmo tempo que a sua natureza alcalina mata alguns tipos de bactérias que causam acne. Pode até ser aplicado directamente em cicatrizes ou em sinais para melhorar o aspecto.  Uma vez que o sumo de limão elimina toxinas do sangue, ajuda a prevenir manchas de dentro para fora.  A vitamina C do limão rejuvenesce a pele a partir do corpo.  
  5. Energiza  e melhora o humor.A energia que o corpo humano recebe dos alimentos vem dos átomos e moléculas. Dá-se uma reacção quando a carga positiva dos ions dos alimentos interage com a carga negativa das enzimas.  O limão é um dos poucos alimentos que contem mais ions com carga negativa, proporcionando ao organismo mais energia quando entra no tracto digestivo. O cheiro do limão  mais brilhante ar o humor  em mais ions com carga negativa  fora.cto.smoé tambem bom para o humor e tem propriedades energizantes.  Torna o humor mais brilhante,  ajuda a clarificar a mente, reduz a ansiedade e depressão.  
  6. Promove a cura.  O ácido ascorbico, abundante nos limões, promove a cura de ferimentos e é essencial para manter os ossos, tecidos e cartilagens  saudáveis.  Como já referido, a vitamina C tem também propriedades anti inflamatórias o que em conjunto torna o limão essencial para a boa saúde e recuperação de stress e ferimentos.  
  7. Refresca o hálito. Para além de refrescar o hálito, o limão é conhecido por aliviar as dores de dentes e gengivas. Atenção que o ácido citrico pode causar erosão no esmalte dos dentes.  Tome consciência disso. Não lave os dentes logo após tomar o sumo de limão com água. Ou lava antes, ou espera um bom bocado antes de o fazer.
  8. Hidrata o sistema linfático. A água morna com sumo de limão ajudam o sistema imunitário, hidratando e repondo fluidos no corpo. Quando o corpo está carente de água, consegue sentir os efeitos colaterais que incluem cansaço, menor resistência à doença, prisão de ventre, falta de energia, baixa/alta tensão, falta de sono, falta de clareza mental, stress e outros.
  9. Ajuda a perder peso. Os limões são ricos em fibra pectina que ajuda a combater os desejos por comida. Estudos revelam que pessoas que tem uma dieta alcalina, perdem peso mais rapidamente. Pessoalmente, acho que  faço melhores escolhas ao longo do dia, se começar o dia correctamente. Tomar sumo de limão com água morna é uma escolha consciente que afecta o resto do dia. 

domingo, 24 de janeiro de 2016

QUANDO EU ME ENCONTREI COM OUTRA MULHER

Tudo Por Email

PODE LER E FAZER O QUE ACHAR MELHOR. UMA DICA


Algum tempo atrás eu saí com outra mulher. Na verdade, foi ideia da minha esposa.
 
"Você sabe que a ama", disse-me ela, um dia, repentinamente.
 

"A vida é curta, você deveria dedicar mais tempo a ela".
 
"Mas eu amo você, querida", respondi.
 
"Sei disso, mas você a ama também", disse ela.
 
Essa outra mulher que minha esposa queria que eu visitasse era minha mãe. 
Ela ficou viúva há alguns anos e, por causa do trabalho e família, eu não a via com muita frequência.
 
Liguei para minha mãe naquela noite e convidei-a para ir ao cinema e jantar.
"Aconteceu alguma coisa? Há algum problema?", ela perguntou.
Entendam que minha mãe pertence à geração para quem qualquer ligação depois das sete da noite significa más notícias...
 
 
 
Eu apenas queria convidar você para ir ao cinema e jantar. Só nós dois. Que tal?
 
Depois de uns segundos, ela disse apenas: "Eu gostaria, sim..."
 
No dia seguinte, à noite, fui apanhá-la em casa.Era uma sexta-feira e eu tive uma sensação que há muito tempo não sentia - o tipo de nervosismo que sentimos antes de um primeiro encontro.
Quando cheguei lá, vi que minha mãe também estava empolgada e nervosa.
 
Ela estava me esperando na frente de casa, usando seu lindo casaco, com os cabelos bem penteados e com o vestido que usou no seu último aniversário de casamento.
 
Ela estava radiante, com um lindo sorriso. "Eu falei para minhas amigas que tinha um encontro com meu filho hoje à noite e elas ficaram muito contentes por mim!", dise ela ao entrar no carro.
 
O restaurante escolhido não era o mais chique, mas o pessoal era super simpático. Minha mãe segurou meu braço e parecia a Primeira Dama!
 
Depois de nos acomodarmos, ela me pediu que lesse o menu ("Meus olhos já não são o que eram", disse ela). Enquanto eu lia o cardápio, olhei para ela e vi que me olhava com uma expressão nostálgica.
 
"Quando você era criança, era eu quem lia o menu."
 
"Então, agora, me deixe retornar o favor, mamãe", disse eu.
 
Passamos momentos ótimos, em agradável conversa, simplesmente falando sobre como estavam indo nossas vidas e nos esquecemos do tempo.
 
"Eu aceito outro convite seu, mas só se você me deixar pagar da próxima vez!", ela disse.
 
Quando eu a deixei em casa, lamentei de verdade despedir-me dela. Dei-lhe um abraço e um beijo, e disse-lhe o quanto eu a amava.
Ao chegar em casa, mais tarde, minha esposa perguntou como havia sido o encontro.
 
"Foi maravilhoso, obrigada pela sugestão!"
 
Olhei para minha esposa e acrescentei, "muito melhor do que eu poderia imaginar."
 
Alguns dias mais tarde, minha mãe faleceu de um ataque cardíaco. Foi muito rápido e não houve nada que pudesse ser feito. Pouco tempo depois, recebi uma carta do restaurante onde nós jantamos, que dizia o seguinte:
 
"Tenho certeza de que não estarei aqui para um próximo encontro. Entretanto, você e sua esposa podem ter ótimos momentos juntos aqui como nós os tivemos. Seu próximo jantar com sua esposa já está pago e eu apenas quero que você saiba o quanto aquele encontro significou para mim.
 
Com amor,
Mamãe"
 
 
 
Naquele instante, entendi o quanto é importante que as pessoas que amamos saibam que as amamos, e que lhes dedicamos nosso tempo. Não sabemos por quanto tempo as teremos por perto em nossas vidas. Nada é mais importante do que a família!
 
Se você ainda tem sua mãe, valorize-a.
Se ela já partiu, recorde-a.
 
De qualquer forma, envie este texto para outras pessoas, lembrando-as da importância de suas mães.
 
Você pode simplesmente lembrar seus amigos de ligarem para suas mães, pois tempo é algo que jamais volta.

Fonte: Daniela G.

125 ANOS DE FOTOS DA NATIONAL GEOGRAPHIC

Tudo Por Email

Amo fotografia e sempre que possível, posto fotos neste blog. Acho que eu deveria  ter sido repórter fotográfica e ficar clicando por aí. Mas naquele tempo de decisões de vida, porra, era uma crisa da gota! Bom mas gosto das fotos dos outros. (Maristela Farias)


Próxima de completar 125 anos de existência, a conceituada revista National Geographic, que tanto nos ensinou sobre o mundo, a natureza, e sobre as criaturas vivas, lançou uma coleção de fotografias fantásticas, tiradas durante todos esses anos. Essas pepitas de ouro da História nos proporcionam uma pequena amostra do que significa ter o acervo das mais belas fotos do mundo feitas ao longo de um século! Confira!

fotos
Jou Jou, um chimpanzé cativo, estende sua mão à Dra. Jane Goodall,  1960.
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Crianças brincam perto da empresa Hudson Bay Company, em Ontário, Canadá, 1963.
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Um arco-íris de luzes ornamenta as trovejantes Cataratas do Niágara, no estado de  Nova Iorque, novembro, 1956.
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Gaúchos da Argentina cavalgam através de um lago perto de Berón de Astrada, novembro, 1980.
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Canadá, 2004. Um urso polar viaja submerso, uma tática empregada para surprender a presa.
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1996, África do Sul. Um leão enfrenta uma tempestado de poeira no Parque Nacional de Gemsbok, Kalahari.
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1991, Kuwait. Sob nuvens negras dos incêndios nos campos extração de petróleo, durante a Guerra do Golfo, os camelos procuram desesperadamente por arbustos e água.
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2011, Uganda. Um leão sobe em uma árvore para dormir no Parque Rainha Elizabeth. 
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Reino Unido, 1966. Guardas irlandeses permanecem em formação após o desmaio de um coleg.

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Addis Abeba, Etiópia, 1931. Sacerdotes posam com suas vestes cerimoniais na frente de uma catedral.
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Deserto de Gobi, 1933. Uma caravana de camelos carregando suprimentos para uma expedição científica.
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Chicago, 1967. Uma ferrovia circunda trinta e cinco quadras de lojas, escritórios e hotéis.
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Surrey, Inglaterra, 1927. Charles Lindbergh faz uma visita à multidão em seu monoplano conhecido como "Spirit of St. Louis". 
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Mossul, Iraque, 1920.  Uma antiga ponte romana atravessa o Wadi al Murr. 
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Chicago, 1936. Uma vista da histórica estação de trem da Rua La Salle.
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Washington, 1963. Excursionistas posam perto do topo de uma ponte de pedra natural no Monte Rainier.
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Elefantes executando o número final de um show de circo, 1972.
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New York City, 1964. A ópera "Aida", de Verdi, fascina uma multidão atenta.
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Iowa, 1939. Um vencedor de um concurso de cavalos em Waterloo. 
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Um trem Mercury da Central de Nova Iorque fica "encolhido" na Cleveland Union Station, Ohio, 1936.
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Connecticut, 1952. Um aprendiz de tripulante de submarino e seu treinados sobem à superfície de um tanque de exercícios.
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Retrato de uma garota indígena Ojibway ou Chippewa, em  1907. 
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Filhotes de pinguins-imperadores se aconchegam uns aos outros e com os adultos para manter-se aquecidos. Antártica, setembro de 1963.
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Pessoas remando e descansando às margens do rio Cam, em Cambridge, Inglaterra, abril de 1946.
Fonte: Patrick K.