quinta-feira, 7 de setembro de 2017

LUIZ INÁCIO APOIARÁ DINO, UMA VOZ GENEROSA PELO DIREITO DA CANDIDATURA DE LULA



NOTA POLÍTICA



“LUIZ INÁCIO É UM PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO, UM ÍCONE DE NOSSA HISTÓRIA NACIONAL E SERÁ DEFENDIDO COM GARRA E DECISÃO POR TODOS OS QUE SONHAM COM UM BRASIL JUSTO PARA TODOS E TODAS” (Luciana Santos)

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA APOIARÁ DINO E DINO,UMA DAS VOZES MAIS CORAJOSAS CONTRA O GOLPE E EM DEFESA DO DIREITO DE LULA SE CANDIDATAR, APOIARÁ LULA.

Último dia da Caravana de Lula pelo Nordeste, encerrando no Maranhão. Se existia uma raivinha, era essa que agora está dissipada de vez. Explico: em 2014, houve imposição do diretório nacional do PT para que o partido se coligasse com o PMDB, mas… dissidentes, que vibrei naquele momento, criaram um comitê e distribuíram material de Dino e Dilma.

Adorei o candidato Márcio Jardim, cujo número era 1365 para demonstrar apoio a Dino, para, segundo ele, manter uma coerencia do PT de combate à oligarquia Sarney no Maranhão.

Passou!… pronto!

Dino foi eleito com 63% dos votos válidos e durante toda essa crise se tornou uma das vozes mais proeminentes na defesa de Lula quando o Juiz de Curitiba condenou o Presidente Lula e ele disse: “Tentar forçar a inelegibilidade do presidente Lula, sem provas consistentes, não é algo compatível com a Constituição e com as leis”. E o diretório nacional do PCdoB também se posicionou em relação à decisão do juiz Moro e afirmou que “Lula é um patrimônio do povo brasileiro, um ícone de nossa história nacional.

Pra falar a verdade, fiquei doidamente feliz em saber que a Caravana seria fechada no Maranhão, e em seu pronunciamento Lula deixou bem claro que apoiará a reeleição do governador Flávio Dino, corrigindo aquele erro lá de 2014 quando fechou aliança com os Sarney. Agora, tanto Lula apoiará Dino como também terá a reciprocidade, uma vez que o governador maranhense tem sido uma das vozes mais corajosas contra o golpe e em defesa do direito de Lula em se candidatar.

Maristela Farias DRT 1778/PE

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

A REVOLUÇÃO FRANCESA E O PERIGO DO TEXTO FALSO

Foto de perfil de Heródoto Barbeiro

Herodoto Barbeiro

revolução francesa - artg


Tudo começou na Revolução Francesa. Nem bem o processo revolucionário avançou, caiu a censura da imprensa. Partidos, grupos, particulares passaram a editar jornais, pasquins, folhetos, panfletos e tudo aquilo que podia difundir uma ideia, conceito, crítica, ataques pessoais e políticos de toda ordem. No meio da barafunda que se seguiu bem que algumas autoridades tentaram impor censura seletiva da publicações. O método mais simples era obter uma ordem judicial em qualquer instância, invadir a gráfica, quebrar tudo o que encontrava pela frente e prender o editor.
Alguns escaparam dessa onda reversa, como Jean Paul Marat e o seu radical L´Ami du Peuple. Os autores dos textos eram inúmeros na Revolução Francesa, ainda que, devido as dificuldades da época, a tiragem era baixa. Contudo, nem toda publicação era verdadeira, havia uma guerra de informações, opiniões, análises e não se sabia se o autor era mesmo quem assinava o texto. A agravante é que boa parte da população francesa, e de Paris especialmente onde a luta era maior, era analfabeta. Portanto havia o perigo do texto falso e das versões orais se propagarem como rastilho de pólvora. Posteriormente se verificou que nem tudo o que era atribuído ao rei, à rainha, ou ao líder político adversário, tinha realmente saído de suas bocas. O fato é que com notícias verdadeiras ou não essa mídia acelerou o processo revolucionário com a derrubada da monarquia, o advento da república até o radicalismo do período do Terror.
A tecnologia à disposição das redes sociais criou nova oportunidade de divulgação de qualquer informação. Chegou a um ponto onde os bots, ou robots, executam as tarefas de interferir no conteúdo mais rápido que os seres humanos. São softwares para aumentar audiência, compra de curtidas e até de militantes falsos. Nas últimas campanhas eleitorais eles difundiram informações falsas e mentirosas sobre os adversários. Uns criaram verdadeiras fazendas de cliques, com smartphones conectados e pagos para isso.
Os truques de todo lado incentivaram o nascimento da militância automatizada. Mais uma vez é necessário reavivar o bom e velho ditado: não acredite em tudo o que vê. Especialmente nas redes sociais. E o que é mais importante, em dúvida, não compartilhe. Teoricamente todos têm acesso aos aplicativos, mas se for um especialmente criado para atingir os ricos, famosos, celebridades, poucos receberão uma informação ou um convite.
Os bots também são programados para selecionar. Uma das formas mais fáceis é entrar em um arquivo de um empresa aérea e copiar o nome de todos os passageiros que viajam de primeira classe. Não vão errar. Até ladrões, sequestradores e terroristas podem ter acesso, ou comprar essa lista de hackers invasores. A Policia Federal também.
A tecnologia proporciona também um mundo paralelo, totalmente fake. Fotos de praias e resorts de causar inveja, carros luxuosos, comida de chefs famosos, viagens, alta costura, hotéis cinco estrelas faz com que muita gente só exista virtualmente. Os perfis falsos se revestem de títulos acadêmicos inexistentes, currículo de palestras jamais proferidas, fatos do cotidiano jamais vividos e outra patifarias. O mais grave são informações tratadas como verdade só por seu apelo emocional independente de serem checadas em seu conteúdo. É a contaminação do jornalismo com a fake news.
De quem é a responsabilidade para conferir a autenticidade de um head line? Do público ou do emissor? Ou de ambos? Os desmentidos, como sempre, não tem a mesma força da divulgação. Pessoas conhecidas vão ver a sua reputação jogada no lixo e uma avalanche de ofensas entopem as redes sociais. Como os pasquins da Revolução Francesa essa onda de fake news vai passar se os jornalistas se esforçarem e mostrarem que a profissão busca o acumulo de credibilidade, independência focada no serviço público, que fiscaliza os indivíduos e instituições, uma vez que o jornalismo de interesse público é o mesmo no transcorrer de mais de dois séculos.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

LULA NÃO É LULA. LULA É UMA CAUSA (SÍLVIO COSTA)


Colaboratório.org
Publicado por Maristela Maristela1 h
NOTA POLÍTICA

“LULA NÃO É LULA. LULA É UMA CAUSA NO CORAÇÃO DAS MULHERES E HOMENS!” (DEP. FEDERAL SILVIO COSTA)

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sorrindo

LULA está cansado. Todos nós sabemos que nesta caravana, ele falou ao povo pernambucano com o coração, com a alma, com todo o seu ser. Lula se entregou a cada um e, se o Ricardo Stuckert que já fotografou momentos inesquecíveis do Luiz Inácio pensou que já tinha mostrado tudo, jamais imaginou que conseguiria captar a alma daquele homem, com tanta realidade como tem acontecido nestes dias. A alma dele e do povo que o ama e que entende perfeitamente quando ele diz que “O principal objetivo desta caravana é dizer ao povo brasileiro que, apesar de todos esses que estão aí, de todos que querem o povo nordestino escravizado, pedindo esmola e trocando voto por pão, o Brasil tem jeito, e o jeito que vamos dar é independente de eles quererem ou não!”

Sua voz está cansada, muito cansada. Afinal tem 71 anos de muitas lutas, muitas… desde os 7 anos quando começou sua saga para São Paulo, semelhante a de inúmeros nordestinos que fugiram da seca à procura de dias melhores e justo por esta coragem são odiados pelo sul “maravilha” governado durante mais de 20 anos pelo PSDB e a eles atrelados como cavalinhos de manobra.

O povo brasileiro não pode amar e querer Lula de volta, mas pode aceitar que o PSDB seja dono da maior sesmaria do país, o Estado de São Paulo, formado por uma elite que tem como objetivo único evitar que Lula possa ser candidato e como ele mesmo diz: justo por isso “estão com processos contra mim. Eu desafio essa gente da Operação Lava Jato a apresentar R$ 1 de desvio nas minhas contas...”

Há um notável rancor da elite contra as políticas de inclusão social promovidas nos governos do PT, mas foi o período em que mais se criou empregos, em que mais se deu aumento de salário e segundo Lula, “essa elite perversa estava incomodada porque chegava no aeroporto e via pobre viajando de avião. Dizia que pobre não tem que andar de avião, tem que andar de ônibus. Quem é que disse que avião foi feito só para eles? Eles constroem avião? Não. Quem constrói é o trabalhador, então ele tem o direito de andar de avião, basta ter dinheiro”.

“Se o PT e os partidos aliados quiserem que eu seja candidato, eu serei candidato, vou ganhar as eleições e vou consertar esse país. Esse país vai voltar a sorrir, as pessoas vão voltar a ser otimistas, vão voltar a sonhar e ter esperança. Mas eu não quero governar esse país como vocês. Eu quero cuidar do povo como uma mãe cuida dos filhos. Com o coração!”

Nem pensem as elites, os golpistas, os patos e toda a corja de atores, atrizes e apresentadores da Globo como o Bonner, o Waack, a Miriam Leitão e outros que Lula vai desistir da luta. “Somos daqueles que não cai de pé, cai deitado mesmo. Nõs não queremos cair. Nós queremos é continuar de pé.”

Maristela Farias – Jornalista DRT 1778/PE

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A HERANÇA DA EXCLUSÃO NA HISTÓRIA DO BRASIL


Leonardo Boff



Imagem relacionada


O processo de colonização de ontem e de recolonização atual, imposta pelos países centrais, está tendo o seguinte efeito: a produção, a consolidação e o aprofundamento de nossa dependência e a fragilidade de nossa democracia, sempre ameaçada por algum golpe das elites endinheiradas, quando se dão conta da ascensão das classes populares vistas como ameaça aos altos níveis de sua alta acumulação. Assim foi com o golpe de 2017 atrás do qual estavam e estão os donos do dinheiro.
Há que reconhecer que continuamos periferia de países centrais que desde o século XVI nos mantém a eles atrelados. O Brasil não se sustenta, autonomamente, de pé. Ele jaz, injustamente, “deitado eternamente em berço esplêndido”. A maioria da população é composta de sobreviventes de uma grande tribulação histórica de submetimento e de marginalização.
A Casa grande e a Senzala constituem os gonzos teóricos articuladores de todo o edifício social. A maioria dos moradores da Senzala, entretanto, ainda não descobriu que a opulência da Casa Grande foi construída, com seu trabalho super-explorado, com seu sangue e com suas vidas absolutamente desgastadas.
Nunca tivemos uma Bastilha que derrubasse os donos seculares do poder e do privilégio e permitisse a emergência de um outro sujeito de poder, capaz de moldar a sociedade brasileira de forma que todos pudessem caber nela. As classes abastadas praticaram a conciliação entre elas, excluindo sempre o povo. O jogo nunca se mudou, apenas embaralham-se diferentemente as cartas do mesmo e único baralho como o mostrou Marcel Burztyn, O país das alianças, as elites e o continuísmo no Brasil (1990) e mais recentemente por Jessé de Souza: “Atraso das elites: da escravidão até hoje em dia” (2017).
A filósofa Marilena Chauí resumiu sinteticamente o legado perverso desta herança: “A sociedade brasileira é uma sociedade autoritária, sociedade violenta, possui uma economia predatória de recursos humanos e naturais, convivendo com naturalidade com a injustiça, a desigualdade, a ausência de liberdade e com os espantosos índices das várias formas institucionalizadas –formais e informais – de extermínio físico e psíquico e de exclusão social, política e cultural”(500 anos, cultura e política no Brasil, 1993, p. 51-52).O golpe parlamentar, jurídico e mediático de 2016 se inscreve nesta tradição.
A ordem capitalista se encontra absolutamente hegemônica no cenário da história, sem oposição ou alternativa imediata a ela.
Como nunca antes, a ordem e a cultura do capital mostram inequivocamente o seu rosto inumano, criando absurda concentração de riqueza à custa da devastação da natureza, da exaustão da força de trabalho e de uma estarrecedora pobreza mundial.
Há crescimento/desenvolvimento sem trabalho porque a utilização crescente da informatização e da robotização dispensa o trabalho humano e cria os desempregados estruturais, hoje totalmente descartáveis. E somam-se aos milhões nos países centrais e entre nós, particularmente, após o golpe parlamentar de 2016.
O mercado mundial, caracterizado por uma concorrência feroz, é profundamente vitimatório. Quem está no mercado existe, quem não resiste, desiste, inexiste e deixa de existir. Os países pobres passam da dependência para a prescindência. São excluídos da nova ordem-desordem mundial e entregues a sua própria miséria como a África ou então incorporados de forma subalterna como os países latino-americanos, notadamente, o Brasil do golpe parlamentar.
Os incluídos de forma agregada assistem a um drama terrível. Veem criar-se dentro deles ilhas de bem-estar material com todas as vantagens dos países centrais, atendendo a cerca de 30% da população ao lado de um mar de miséria e de exclusão das grandes maiorias que no Brasil alcançam mais da metade da população. Eis a perversidade da ordem do capital, um sistema de anti-vida como frequentemente o tem incriminado o Papa Francisco.
Não devemos poupar-lhe a dureza das palavras, pois a taxa de iniquidade social para grande parte da humanidade se apresenta insustentável para um senso de uma ética mínima e de compaixão solidária.
Uma razão a mais para nos convencermos de que não há futuro para o Brasil inserido nesta forma na globalização econômico-financeira, excludente e destruidora da esperança como está sendo imposta com a máxima celeridade pelo novo governo ilegítimo.
Há que se buscar um outro paradigma diferente e alternativo não só para o Brasil mas para o mundo. Lentamente está sendo gestado nos movimentos de base e em sectores progressistas do mundo inteiro com sensibilidade ecológico-social, fundada no cuidado e na responsabilidade coletiva. Caso contrário podemos ser conduzidos por um caminho sem retorno.
Leonardo Boff é filósofo, teólogo e professor aposentado de Ética da UERJ.

UM ANO DEPOIS DO GOLPE



Colaboratório.org
Publicado por Maristela Maristela
UM ANO DEPOIS DO GOLPE

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas

HÁ UM ANO, NAQUELE 31 DE AGOSTO, AQUELE JULGAMENTO COM AQUELA LOUCA DA JANAINA PASCHOAL EM SEU MINUTO DE GLORIA, ERA UMA FARSA, UM GRANDE ACORDO NACIONAL ANUNCIADO, GRAVADO, DELATADO E ARQUIVADO. ERA GOLPE PARA DEPOR A PRESIDENTE ELEITA – E REELEITA COM 54 MILHÕES DE VOTOS. TUDO PARA ENTREGAR O BRASIL AO CAPITAL FINANCEIRO INTERNACIONAL


.
Existe um assunto que não gosto de falar, apesar de, a todo momento e sempre que posso, chamar o Presidente Golpista de Golpista, bem como a todos que o seguem. Porque o Temer é golpista e os que o seguem também, mesmo aqueles que hoje estão contra, mas que organizaram junto com o beiçola do Piauí, Deputado Heráclito Fortes. E como afirmou Dilma Roussef, “o grupo arregimentado por Eduardo Cunha é o mesmo que articulou sua queda, mantém a corrupção e garante a impunidade de Michel Temer. Em outras palavras, o governo brasileiro atual é obra de um homem que está na cadeia” e que ainda manda na Lavajato, no Judiciário, em delatados e delatores, é o rei da mamata, Eduardo Cunha.

A maior parte do povo brasileiro foi enganada. O golpe, como o golpista que não tem mais que 5% de aprovação, fracassou e o país está envolvido na maior crise política de então, mergulhado num mar de escândalos em todos os níveis do executivo, legislativo e judiciário. E o governo golpista ilegítimo, começa a entregar o patrimônio nacional.

Prefiro dizer, que neste perído sem governo petista, foi um ano desgovernado e sem perspectiva, de ataque aos direitos dos trabalhadores, â previdência social, ao meio ambiente, a soberania nacional, sem democracia, sem emprego, sem perspectiva, com uma sequência de crises sem controle, com o congresso mais baixo, mais chulo, mais ofensivo, mais rude, mais obsceno, mais agressivo e imoral comandado pelo bando de Cunha que entrega a troco de banana nossas riquezas e destrói todas as conquistas sociais do povo brasileiro.

O jurista internacional Geoffrey Robertson, que veio ao Brasil para debater justiça e direitos humanos disse que “O Brasil segue envolvido na maior crise política e econômica de sua história, mergulhado num "mar de lama e corrupção" e o jurista está certo: Há uma judicialização da política, ou pior, uma politização do judiciário. Tudo para impedir que Lula volte a governar o país. Que o PT volte ao poder.

Esse é o quadro, um ano depois do golpe: O Executivo não existe; o Congresso Nacional não legisla; o Judiciário não atua. Apenas um juiz, o Juiz Moro, com uma única meta: Condenar e prender o ex-presidente Lula. Impedir que ele dispute as eleições de 2018 e volte a Presidência da República. Toda força se concentrada numa única tarefa: LULA.

Maristela Farias Jornalista DRT 1778/PE

LULA É IRRESISTIVELMENTE LULA



LULA É IRRESISTIVELMENTE LULA

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, close-up e atividades ao ar livre


Na telona, o filme da Lavajato. Na plateia todos os juizes lavajistas, apoiadores e o juiz mor, Dr. Moro, o inimigo n° 1 de Luiz Inácio Lula da Silva que aliado aos psdebistas e cia., ao judiciário, especialmente a espetaculosa figura do Dr. Gilmar Mendes, não esquecendo o rapaz que detonou toda essa baixaria no país, o senador Aécio Neves, o mais inocente corrupto do país.

Chega! Não vou mais citar nome de ninguém porque todos sabemos e conhecemos perfeitamente quem são e todos os adeptos da tchurma anti-Lula, sem esquecer todos os Patos e Patas verdes e amarelas.lavajato, lavajistas e todos os seus apoiadores, cada vez que olham uma foto ou um vídeo de Luiz Inácio da Silva nos braços do povo, que é o que ele gosta mesmo, chegam a conclusão de que não conseguiram sequer arranhar a imagem do Lula e seu irresistível carisma diante do povo. A direita está muito irada e não consegue aceitar o sucesso de Lula e está com ódio, destilando ódio.

As fotografias de Lula cercado, amado, agarrado pelo povo como já disse desperta nos radicais direitistas a violência física e o pavor dos reacionários provocará a criação de sérios problemas e, lembrando a Presidenta Dilma, nem somente o voto levará ao poder. O golpe, apoiado por juízes, por ministros, deputados e senadores e patos e patas, também empoderam os golpistas.

Salve Lula! Salve o povo brasileiro!

Maristela Farias Jornalista DRT 1778/PE

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

SEM A DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA BRASILEIROS SERÃO INDIVÍDUOS SEM CIDADANIA E SEM CONSCIÊNCIA




NOTA POLÍTICA

A FALTA DA DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA, ESTABELECE O CONTRÔLE DA MASSA, TRANSFORMANDO A MAIORIA DOS BRASILEIROS EM INDIVÍDUOS SEM CIDADANIA E SEM CONSCIÊNCIA DE SEUS DIREITOS E DE NACIONALIDADE



“O DEBATE SOBRE A COMUNICAÇÃO JÁ TARDOU TANTO QUANTO O DA REFORMA POLÍTICA. ESTÁ PASSANDO DOS LIMITES DA IRRESPONSABILIDADE, DA OMISSÃO FRENTE A ISSO. ESSA AGENDA TEM QUE ESTAR NA ORDEM DO DIA DO PRÓXIMO GOVERNO, SE FOR UM GOVERNO PROGRESSISTA, DEMOCRÁTICO E COMPROMETIDO COM A CAUSA POPULAR” (FERNANDO HADDAD)

Foram feitos enormes investimentos em educação, mas quando você entra em contato com o jovem que está dentro da universidade, usufruindo de todos os benefícios que foram promovidos pelo Presidente Lula, percebe a arrogância que eles se expressam quando dizem que ali estão porque se esforçaram. Esquecem que muitos dos que estão nas universidades estão por conta de programas que foram criados. Já ouvi jovem dizer que viajou pelo Ciência sem Fronteiras, por merecimento. Não nego. Mas quantos jamais poderiam ter podido se inscrever não fosse o programa do govêrno federal.
Minha opinião a respeito é a total falta de educação e a concentração de informações em uma mídia descompromissada com a população, especialmente com os jovens, que precisam ter acesso a uma diversidade de conteúdos e opiniões

Mas não quero falar de educação, vai chegar a hora…

Já falei tanto em Democratização da Mídia que mais do que nunca quero me tornar repetitiva.
Segundo Haddad, durante o Seminário sobre Os desafios da Comunicação nas administrações públicas, em São Luís do Maranhão, “A concentração da propriedade é contra a democracia, atrapalha a democracia. Nós temos que educar as pessoas para receberem, de forma autônoma e livre, essa informação turbinada por esses novos expedientes, para que as pessoas possam se valer da comunicação para aprofundar a democracia” E é assim a mídia brasileira, concentrada em mãos de uma dezena de famílias oligárquicas, que nunca sairam da Casa Grande.

Verdade…

Não adianta um govêrno criar as melhores condições de vida, de estudo, de saúde ou outros tantos benefícios, quando o povo lá embaixo, não se conscientiza de que uma política pública é direito dele. Não é nenhuma obrigação governamental. É direito mesmo! E tudo isso tem que ser perfeitamente esclarecido.

Os meios de comunicação no Brasil sempre estiveram nas mãos das classes altas, a serviço de seus interesses, desde tempos coloniais, dando apoio ao arremedo de República, até os dias de hoje. Se expandiu, se estruturou com novas tecnologias, e ganhou mais força quando o Brasil passou a fazer parte do rol de países dominados pelos Estados Unidos no ciclo da chamada "Guerra Fria".

As concessões de rádio e TV, por exemplo, passam de pai para filho, nas famílias oligárquicas, como capitanias hereditárias. E o resultado estamos vendo… redes de televisão, de jornais, de rádios, que se aliam a golpistas para mostrar ao povo quem são os verdadeiros “donos de suas mentes, seu comportamento, suas atitudes”, estabelecendo o contrôle de massa, transformando a maioria dos brasileiros, em indivíduos sem cidadania e sem consciência de seus direitos e de nacionalidade.

Mas como não dá pra tudo, espero que até o próximo comentário ainda não tenha acontecido a liquidação do que resta de dignidade. Espero que dê tempo de poder falar sobre o que está escondido nas gavetas dos senadores aguardando mais uma canetada fatídica.

Maristela Farias Jornalista DRT 1778/PE