segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

NOVEMBRO 2015 - CENTENÁRIOS DE GRANDE OTELO, ROLAND BARTHES, - CENTRO CULTURAL DELPHOS

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE GRANDE OTELO
Grande Otelo
(ator, comediante, cantor, escritor e compositor brasileiro)

Grande Otelo, pseudônimo de Sebastião Bernardes de Souza Prata (Uberlândia, 18 de outubro de 1915 — Paris, 26 de novembro de 1993). Considerado um dos maiores atores do século XX, Grande Otelo foi um artista multimídia, tendo trabalhado no teatro, rádio, cinema e na televisão. Versátil e dono de uma consagrada expressão facial e corporal, destacou-se como ator, cantor, compositor, sambista e poeta. Seus personagens sempre tiveram um grande apelo popular, desde os tempos do Teatro de Revista, quando participou da Companhia Negra de Revistas, até quando interpretou Macunaína no cinema em 1969. Grande Otelo foi pioneiro e desbravador, primeiro artista negro a ocupar espaço de destaque no cinema e na televisão brasileira. 
Desde a infância vivida em Uberlândia, sua cidade natal, Sebastião sempre fora atraído pela rua e pelas manifestações populares, como o carnaval e as congadas. Ainda pequeno foi considerado um menino prodígio, pois atingiu a maturidade artística muito cedo. O filme “O Garoto”, de Charles Chaplin, apareceu como uma influência decisiva no seu encantamento pela carreira de ator. Outra grande influência foi o ator mirim norte americano Allen Clayton Hoskins, que participava da série “Our Gang”. Otelo teve sua primeira experiência como ator aos sete anos, fazendo uma participação no circo que passava pela sua cidade natal.
Na ocasião, Bastiãozinho, como era conhecido, apareceu vestido de mulher interpretando a esposa do palhaço, o que causou enorme comicidade e sucesso.
Grande Otelo, em Macunaíma (1969)
Em São Paulo, aonde veio residir ao lado da família Gonçalves que o adotara, Bastiãozinho ganhou o nome artístico Otelo, que o acompanharia ao longo da carreira. O apelido surgiu na Companhia Lírica Nacional, onde o garoto tomava aulas de canto lírico. Devido à sua voz de tenorino, o maestro julgou que um dia o menino cresceria e cantaria a ópera Otelo, de Giuseppe Verdi. Pela estatura pequena, o apelido inicial foi Pequeno Otelo. Mais tarde, a crítica carioca, através de Jardel Jércolis, o denominou Grande Otelo.
Contrariando a previsão do maestro, o menino não só não cresceu, como resolveu cantar samba e ser ator. Foi então que em 1926, com apenas onze anos, tomou parte, com grande sucesso, numa importante companhia de teatro de revistas, a Companhia Negra de Revista, composta exclusivamente por artistas negros, como Pixinguinha, que atuava como maestro, Donga, músico, e Rosa Negra, atriz e cantora. Mais tarde, na década de 30, foi trabalhando na companhia de teatro de revista de Jardel Jércolis que Otelo chegou como artista ao Rio de Janeiro, realizando seu sonho de infância.
A cidade maravilhosa logo seria adotada como a cidade de Grande Otelo, espaço ideal para o menino de Uberlândia que sonhava em ser um grande artista. Apreciador da vida noturna da cidade, Otelo foi também um de seus atores, seja na famosa gafieira do Elite, no bar Vermelhinho ou nos bares da Lapa. Entre 1938 e 1946, paralelamente a trabalhos na Rádio Nacional, rádio Tupi e outras emissoras, o artista foi contratado do antigo Cassino da Urca, onde realizou diferentes espetáculos, sempre com destaque. Foi lá, em 1939, que Otelo contracenou com a famosa atriz e dançarina norte-americana Josephine Baker, momento citado por ele como um dos mais importantes de sua carreira. Ao longo desta mesma temporada no Cassino da Urca, Grande Otelo compôs, em parceria com seu grande amigo Herivelto Martins, o famoso samba Praça Onze que faria muito sucesso no carnaval de 1942. É importante registrar que na época negros não podiam entrar pela porta da frente do Cassino da Urca, fato que só passou a acontecer depois que Grande Otelo foi contratado para atuar no palco do Cassino.  
Grande Otelo
No cinema, Grande Otelo foi uma das grandes estrelas da Atlântida cinematográfica, tendo protagonizado o primeiro grande sucesso da produtora, o filme Moleque Tião (1943), de José Carlos Burle. Também na Atlântida, Otelo formou, ao lado de Oscarito, a dupla mais famosa e bem sucedida do cinema brasileiro, que estrelou sucessos como Este mundo é um pandeiro (1946) de Watson Macedo, Três Vagabundos (1952) de José Carlos Burle, A Dupla do Barulho (1953) e Matar ou Correr (1954) de Carlos Manga. Em 1949 Otelo estrelou o filme Também somos irmãos ao lado de Ruth de Souza. O filme denunciou o racismo existente no Brasil e foi considerado o melhor filme brasileiro do ano pela crítica especializada, embora não tenha obtido sucesso de público. 
Após deixar a Atlântida em 1955, Grande Otelo ainda participaria de inúmeros filmes, com destaque para o clássico Rio, Zona Norte (1957) do cineasta Nelson Pereira dos Santos, considerado o filme que inaugurou o Cinema Novo. Outros grandes sucessos foram Assalto ao trem pagador (1962) de Roberto Farias e Macunaíma (1969), adaptação da obra-prima de Mário de Andrade, dirigido por Joaquim de Andrade, e que lhe rendeu o prêmio de melhor ator do cinema brasileiro do ano. Curiosamente, Grande Otelo também participou do inacabado It´s all true (1942) filmado no Brasil pelo renomado diretor norte americano Orson Welles, que o classificou como um dos maiores atores do mundo.
Grande Otelo
O teatro, sua primeira paixão, não deixaria de contar com suas belas interpretações. Entre 1946 até o final de sua carreira o artista brilhou em inúmeras peças e trabalhou com os mais diferentes diretores, como Walter Pinto, Juan Daniel, Carlos Machado, Geisa Bôscoli e Chico Anísio. Algumas de suas peças de bastante sucesso foram, entre muitas outras: Um milhão de mulheres (1947), Muié Macho, Sim Sinhô (1950), Banzo aiê (1956) e O homem de La Mancha (1973). Na década de 50, Grande Otelo passou a atuar também na televisão em emissoras como a TV Tupi do Rio e Tv Rio. Em 1965 foi contratado pela rede globo, participando de inúmeras novelas e programas humorísticos. Em 1986 participou da novela Sinhá Moça, de enorme sucesso, onde contracenou mais uma vez com a atriz e amiga Ruth de Souza.
Apesar de inúmeros sucessos, a carreira de Grande Otelo foi marcada por altos e baixos. Sua indisciplina e seu gosto pela boemia e pela bebida fizeram com que faltasse muito a ensaios e apresentações, o que gerou a fama de irresponsável, injusta, em sua opinião. Umbandista, foi através da religião, na cabana de Pai Jatum, que diminuiu o consumo de bebida alcoólica, no final da carreira. Recebeu inúmeras homenagens e prêmios pelo conjunto de sua obra.  Morreu em 1993, vitima de uma parada cardíaca.
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Referências e outras fontes de pesquisa
:: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira - Biografia  Grande Otelo. Disponível no link. (acessado em 04.12.2014). 



CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE ROLAND BARTHES
Roland Barthes
(crítico literário, sociólogo, filósofo e semiólogo francês)

"...as palavras não são mais concebidas ilusoriamente como simples instrumentos, são lançadas como projeções, explosões, vibrações, maquinarias, sabores: a escritura faz do saber uma festa. (...) a escritura se encontra em toda parte onde as palavras têm sabor (saber e sabor têm, em latim, a mesma etimologia). (...) É esse gosto das palavras que faz o saber profundo, fecundo."
- Roland Barthes. Aula. São Paulo: Cultrix, 1987, p. 21.

Roland Barthes, nasceu em 12 de novembro de 1915, em Paris. Escritor, sociólogo, filósofo, crítico literário, semiólogo e um dos teóricos da escola estruturalista. Formado em Letras Clássicas, Gramática e Filosofia, tornou-se um crítico dos conceitos teóricos complexos que circularam dentro dos centros educativos franceses na década de 1950. Segundo Francisco Bosco ”a escrita barthesiana está sempre se movendo no intervalo sutil entre o texto de vanguarda (que retarda a fluência da leitura, impondo sobre ela seu próprio e apropriado ritmo) e o texto ’clássico’ (que mantém um compromisso com uma prática confortável da leitura)”. A sua obra, ampla e variada, caracteriza-se inicialmente pela reflexão sobre a condição histórica da linguagem literária. Em diversos livros tenta demonstrar a pluralidade significativa de um texto literário e a sobrevalorização do texto em vez do signo. 
Roland Barthes
Como sociólogo pertence à corrente estruturalista que caracterizou uma boa parte da intelectualidade francesa. Um de seus livros, Roland Barthes por Roland Barthes (1975 na França, 1977 no Brasil), acabou sendo definido pelo que não era: nem uma autobiografia nem um livro de “confissões” (embora com muitos elementos de um e de outro). Noutro livro, Mitologias (1957), disseca os mitos e seus signos ideológicos na sociedade de massa. Um livro essencial para o entendimento da mitologia. Em Fragmentos de um discurso amoroso (1977) elabora um sofisticado estudo lingüístico sobre o sentimentalismo. Além de teórico, mantinha intensa atividade como crítico literário, criador da revista Théâtre Populaire, animador do movimento Nova Crítica, diretor da École Pratique des Hautes Études. Principais obras: O grau zero da escrita (1953); O sistema da moda (1967); S/Z (1970); A câmara clara (1980). Faleceu em 26 de março de 1980.

"A ciência é grosseira, a vida é sutil, e é para corrigir essa distância que a literatura nos importa. (...) através da escritura, o saber reflete incessantemente sobre o saber, segundo um discurso que não é mais epistemológico mas dramático."
- Roland Barthes. Aula. São Paulo: Cultrix, 1987, p. 19.
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:: FonteTiro de Letra 
:: RAMOS, Roberto Jose. Roland Barthes: a semiologia da dialética. Conexão – Comunicação e Cultura, UCS, Caxias do Sul, v. 7, n. 13, jan./jun. 2008. Disponível no link. (acessado em 17.12.2014).


CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE ADONIAS FILHO
Adonias Filho
(jornalista, crítico, ensaísta e romancista brasileiro)

Adonias Filho (A. Aguiar Fo), jornalista, crítico, ensaísta e romancista, nasceu na Fazenda São João, em Ilhéus, BA, em 27 de novembro de 1915, e faleceu na mesma cidade, em 2 de agosto de 1990.
Filho de Adonias Aguiar e de Rachel Bastos de Aguiar, fez o curso secundário no Ginásio Ipiranga, em Salvador, concluindo-o em 1934, quando começou a fazer jornalismo. Transferiu-se, em 1936, para o Rio de Janeiro, onde retomou a carreira jornalística, colaborando no Correio da Manhã. Foi crítico literário dos Cadernos da Hora Presente, de São Paulo (1937); crítico literário de A Manhã (1944-1945); do Jornal de Letras (1955-1960); e do Diário de Notícias (1958-1960). Colaborou também no Estado de S. Paulo e na Folha da Manhã, de São Paulo, e no Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro.
Foi nomeado diretor da Editora A Noite (1946-1950); diretor do Serviço Nacional de Teatro (1954); diretor da Biblioteca Nacional (1961-1971); respondeu também pela direção da Agência Nacional, do Ministério da Justiça. Foi eleito vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (1966); membro do Conselho Federal de Cultura (1967, reconduzido em 1969, 1971 e 1973); presidente da Associação Brasileira de Imprensa (1972); e presidente do Conselho Federal de Cultura (1977-1990).
Adonias Filho faz parte do grupo de escritores que, a partir de 1945, a terceira fase do Modernismo, se inclinaram para um retorno a certas disciplinas formais, preocupados em realizar a sua obra, por um lado, mediante uma redução à pesquisa formal e de linguagem e, por outro, em ampliar sua significação do regional para o universal.
Originário da zona cacaueira próxima a Ilhéus, interior da Bahia, Adonias Filho retirou desse ambiente o material para a sua obra de ficção, a começar pelo seu romance de estréia, Os servos da morte, publicado em 1946. Na obra romanesca, aquela realidade serviu-lhe apenas para recriar um mundo carregado de simbolismo, nos episódios e nos personagens, encarnando um sentido trágico da vida e do mundo. Desenvolveu recursos altamente originais e requintados, adaptados à violência interior de seus personagens. É o criador de um mundo trágico e bárbaro, varrido pela violência e mistério e por um sopro de poesia. Seus romances e novelas serão sempre a expressão de um dos escritores mais representativos e fascinantes da ficção brasileira contemporânea.
Adonias Filho, Rachel de Queiroz  e Gilberto Freyre
Conquistou os seguintes prêmios: Prêmio Paula Brito de crítica literária (Guanabara, 1968); com o livro Léguas da promissão, conquistou o Golfinho de Ouro de Literatura (1968), o Prêmio PEN Clube do Brasil, Prêmio da Fundação Educacional do Paraná (FUNDEPAR) e o Prêmio do Instituto Nacional do Livro (1968-1969). Obteve o Prêmio Brasília de Literatura (1973), conferido pela Fundação Cultural do Distrito Federal. Com o romance As velhas, obteve pela segunda vez o Prêmio Nacional de Literatura (1975), do Instituto Nacional do Livro, na categoria de obra publicada (1974-1975). Recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia, em 1983.
Quinto ocupante da Cadeira 21, eleito em 14 de janeiro de 1965, na sucessão de Álvaro Moreyra e recebido em 28 de abril de 1965 pelo Acadêmico Jorge Amado. Recebeu a Acadêmica Rachel de Queiroz e os Acadêmicos Otávio de Faria, Joracy Camargo e Mauro Mota.


Obras publicadas - primeiras edições
Romance
Jorge Amado, Gabriel Garcia Marquez e Adonias Filho
:: Memórias de Lázaro - 1952.
:: Jornal de um Escritor - 1954.
:: Corpo Vivo - 1962.
:: O Forte - 1965.
:: Léguas da Promissão - 1968.
:: Luanda Beira Bahia - 1971.
:: As Velhas - 1975.
:: O Largo da Palma - 1981.
:: Noite sem Madrugada - 1983.

Ensaio e crítica
:: Renascimento do Homem - 1937.
:: Tasso da Silveira e o Tema da Poesia Eterna - 1940.
:: Modernos Ficcionistas Brasileiros - 1958.
:: Cornélio Pena - 1960.
:: História da Bahia - 1963.
:: O Bloqueio Cultural - 1964.
:: O Romance Brasileiro de Crítica - 1969.
:: O Romance Brasileiro de 30 - 1973.

Teatro
:: Auto de Ilhéus - 1981.

Infantil e juvenil
:: Uma Nota de Cem - 1973.
:: Fora da Pista - 1978.
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Referências e outras fontes de pesquisa
::  PINHO, Adeítalo Manoel. O ato de narrar à luz da crítica de Adonias Filho. Sitientibus, Feira de Santana, n. 40, p.9-38, jan./jun. 2009. Disponível no link.  (acessado em 22.12.2014).
:: DANTAS, Robson Norberto. Entre a arte, a historia e a politica : itinerarios e representações da "Ficção Brasiliana" e da Nação Brasileira em Adonias Filho (1937-1976).. (Tese Doutorado em Historia). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - IFCH/ Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, 2010. Disponível no link. (acessado em 22.12.2014). 



CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE BILLY STRAYHORN
(músico de jazz norte-americano)

Billy Strayhorn e Duke Ellington
William Thomas "Billy" Strayhorn (Dayton, 29 de novembro de 1915 — Nova Iorque, 31 de maio de 1967) foi um arranjador, compositor, pianista e músico profissional norte-americano.
Strayhorn iniciou sua carreira no Pittsburgh Music Institute e foi na cidade de Pittsburgh que ele conheceu Duke Ellington após um concerto, em 1938. Após uma breve e informal demonstração de seu talento, Strayhorn foi convidado por Ellington para trabalhar com ele em Nova Iorque, o que resultou em uma parceria musical que durou mais de vinte e cinco anos, terminando somente com a morte prematura de Strayhorn, vítima de câncer.
Uma das composições mais notavelmente associadas a Strayhorn é Lush Life, escrita por ele entre 1933 e 1938. Outra peça de Strayhorn é "Take the A Train", classificada como um Jazz Standard, e que frequentemente era tocada no início dos shows de Ellington, bem como nos de Ella Fitzgerald. Strayhorn tocou a sua última peça, Blue Cloud, para seu parceiro Duke Ellington no hospital, antes de falecer. Meses depois Ellington, tendo alterado o título para Blood Count, incorporou esta última peça produzida pelo seu amigo, como um tributo a ele, em seu álbum And His Mother Called Him Bill.
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:: FonteWikipédia
Referências e outras fontes de pesquisa
:: Lush Life: A Biography of Billy Strayhorn, por David Hadju, Farrar Straus & Giroux, 1996.
:: Something to Live For: The Music of Billy Strayhorn, por Walter van de Leur, Oxford University Press, 2002.



CENTENÁRIO DE NASCIMENTO DE LUIS TOMASELLO
Luis Tomasello
(pintor e escultor argentino)

Luis Tomasello (29 de Novembro de 1915 – 21 de Fevereiro de 2014), estudou na Academia de Belas Artes de Buenos Aires, e começou como um artista concreto, olhando para Mondrian como inspiração. Foi depois de se instalar em Paris, em 1957, no entanto, que ele começou a trabalhar em relevo, afastando-se a natureza linear da abstração geométrica, direcionando o seu interesse de forma e cor efeitos: "Eu fui para o alívio como uma experiência e, nesse processo, descobri o maravilhoso mundo da luz. A reflexão de cor na superfície me fascinou e que é o que eu tenho trabalhado a partir desse momento. "(Uma conversa com Joseph Francesca Bellini, Revista Literal, Outono de 2009). Tomasello é mais famoso por sua atmosfera Chromoplastique obras, onde os cubos brancos com undersides pintadas estão dispostos em diferentes ângulos sobre uma superfície branca. Isso resulta em reflexos sutis de cor clara, e uma sensação óptica de movimento. Ele consegue colocar a tônica sobre os reflexos coloridos, e limitar o aspecto geométrico da introdução de formas simplificadas. Foi uma decisão do Tomasello passar da pintura à escultura que lhe permitiu superar o aspecto linear de abstração, e o foco na forma e efeitos de cor. Mais tarde em sua carreira, isso permitiu aplicações ambientais e arquitetônicas para o seu trabalho.
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:: Fonte e outras informaçõesGaleria Ipanema - Luis Tomasello 
:: Luis Tomasello, biography (Vídeo documentário). Disponível no link. (acessado em 22.12.2014). 

Luis Tomasello

Luis Tomasello

Luis Tomasello detail of a 3D art work with cubic forms


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